QUEM REALMENTE SOU
Quem
realmente sou
(Mizael
Xavier)
O
que as pessoas veem
Quando
pensam que me veem?
De
fato sabem quem sou?
Conhecem
a minha história?
Acompanham
as minhas lutas?
Choram
as minhas lágrimas?
Sentem
as minhas dores?
Alegram-se
no meu sorriso?
Não,
provavelmente não!
Talvez
me julguem rapidamente
Por
aquilo que é aparente
O
meu jeito de me expressar
As
roupas que visto
O
trabalho que tenho
A
casa onde moro
Minha
forma de andar.
Tudo
tão superficial e perecível
Mas
aquilo que sou
Que
verdadeiramente sou
Talvez
ninguém enxergue
Talvez
não deem valor
Porque
não lhes interessa
Nem
nada lhes acrescenta.
O
que as pessoas veem
Quando
presumem me enxergar
Talvez
seja a imagem projetada
Por
seus desejos íntimos
Por
seus preconceitos vazios
Pela
idealização fugaz
Que
insiste em fazer de mim
O
que esperam que eu seja
E
que, talvez, jamais virei a ser.
Um
modelo de perfeição?
Talvez.
Uma
rocha inabalável?
Não
sei.
Um
homem rico e abastado?
Não
duvido.
Quando
a imagem projetada desbota
Quando
elas, então, deparam-se
Com
quem sou
Com
quem de fato sou
Tantas
são as decepções
E
tantas as desilusões
Porque
não consegui corresponder
À
imagem que criaram para mim
E
que tentaram me impor!
Sim,
este sou eu!
Sou
o que realmente sou.
E
como sou assim
Rótulos,
não aceito
Indiferenças,
rejeito
E
não entro no casulo de ninguém!
Há
muito para melhorar
Tanta
coisa a transformar
Mas
que o meu oleiro seja Deus
Não
esta ou aquela opinião
Não
esta ou aquela forma
Porque,
um dia me enxergarão
E
terão de me aceitar
Como realmente sou.
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